sábado, 26 de janeiro de 2013


LOCAL: AV. JOSÉ FARIA DA ROCHA 1840 - ELDORADO CONTAGEM

VAMOS COMEÇAR 2013 CHEIOS DO PODER DE DEUS.
CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O Perigo das Alianças Erradas

O Perigo das Alianças Erradas    

Publicado em por Cristianismo Total

Textos: 2 Cr 18.1-34; 20.35-37
Introdução
> O bom rei Josafá fez três alianças desastrosas com o reino apóstata de Israel: a aliança comercial (20.35-37); o casamento de Jorão, seu filho com Atalia, filha de Acabe (21.6); e esta aliança militar (Bíblia Anotada).
> Ver os textos: Ex 34.12; Sl 1.1; Pv 4.14; 24.1; 1 Co 5.11; Cuidado com o jugo desigual – 2 Co 6.14.
Transição
(AT) Alianças erradas sempre geram conseqüências negativas.
(ST) O texto nos mostra algumas conseqüências negativas que podem nos sobrevir em função de alianças erradas.
I.) As alianças erradas nos expõem a locais inadequados – v. 2
> Samaria havia se tornado um centro de apostasia e de idolatria. Não era o lugar para um rei temente a Deus estar!
> Alianças erradas não o estão levando a lugares inadequados para um servo de Deus estar?
II.) As alianças erradas nos expõem a más influências – v. 2 c, 3
> Josafá foi mal influenciado por Acabe. Este o convenceu a lutar em uma guerra desnecessária!
> Acabe era uma pessoa que queria que os profetas só falassem aquilo que ele queria ouvir. Cuidado com tal tipo de influência! Devemos estar dispostos a ouvir não o que queremos, mas o que Deus quer falar!
> Que tipo de má influencia temos recebido? Isso não significa que estamos entrando em alianças erradas?
III.) As alianças erradas nos expõem à desobediência – v. 28
> Josafá tinha ouvido a palavra do profeta Micaías e deveria ter agido de acordo com esta palavra. Deveria ter desfeito a aliança com Acabe e voltado para sua casa!
> Quando estamos em alianças erradas não queremos dar para trás, não queremos chatear nossos parceiros, ficamos sem graça de não seguir em frente e terminamos sendo insensíveis às orientações de Deus e de Sua Palavra!
> Você tem desobedecido a Deus? Isso não tem sido conseqüência de alianças erradas?
IV.) As alianças erradas nos expõem a grandes perigos – v. 29-31
> Por ter feito uma aliança errada, Josafá quase morreu!
> O rei Acabe morreu em função da sua desobediência – v. 33,34
> A quantos perigos temos nos exposto em função de alianças erradas?
V.) As alianças erradas nos expõem à Ira de Deus – 19.1-2
> Josafá foi repreendido pelo profeta Jeú e o texto nos diz que sobre ele caiu a ira de Deus.
> Ao fazermos alianças erradas ficamos expostos à repreensão e correção. Embora sejam uma benção, doem!
> Não sabemos exatamente como a ira de Deus caiu sobre Josafá. Deus é justo. Devemos evitar estar sujeitos à Ira do Todo-Poderoso!
> Suas alianças não o estão expondo à correção, repreensão e até à ira de Deus?
VI.) As alianças erradas nos expõem à possibilidade de novos erros – 20.35-37
> Josafá fez uma nova aliança errada, desta vez com o filho de Acabe.
> Se por um lado o primeiro erro de Josafá deveria ter sido um aprendizado, também sabemos que “um abismo chama outro abismo” – Sl 42.7
> Quando cometemos um determinado pecado pela primeira vez, a porta para as outras vezes está aberta. Por isso devemos evitar a primeira vez. Se esta já ocorreu temos que lutar com todas as forças para não se tornar um vício!
> Temos incorrido nos mesmos erros várias vezes? Isso não é conseqüência de alianças erradas?
Conclusão
> Josafá errou ao fazer a aliança com Acabe. Errou em não ter dado ouvidos às orientações de Deus através de seu profeta.
> Ainda assim pediu socorro ao Senhor. É o que temos de fazer quando, ao errarmos em nossas alianças, estivermos em apuros! Talvez ainda haja esperança – Lm 3.29.

sábado, 24 de novembro de 2012

Muito prazer - EU SOU O PECADO




NÃO CAIA EM SUA CONVERSA. FUJA DELE. CORRA PARA OS BRAÇOS DO PAI.

Diga NÃO as drogas e SIM a Jesus



IGREJAS EVANGÉLICAS NA LUTA CONTRA AS DROGAS



A CRACOLÂNDIA
Em ruas semi-desertas da maior cidade brasileira, homens, mulheres e crianças disputam as sarjetas e calçadas com ratos e sacos de lixo. O movimento é intenso e a variedade de tipos humanos, também; vestidos com farrapos ou roupas da moda, dezenas de pessoas negociam freneticamente cigarros, cachimbos, estiletes, comida com validade já vencida e, principalmente, pedrinhas de crack. A cena se passa na região da Luz e Santa Ifigênia, em São Paulo, mas se repete todas as noites – e à luz do dia, também – tanto nas grandes cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, como em pequeninas localidades. Sim, o crack é hoje problema de saúde pública de dimensão nacional, uma chaga que assusta a sociedade, preocupa o governo e está destruindo a juventude brasileira.
Droga de preço acessível mesmo a miseráveis – pode-se conseguir uma dose por R$ 2,00 –, o crack é feito de sobras do refino da cocaína misturadas com outras substâncias químicas como bicarbonato de sódio e amônia. Esta droga chegou ao Brasil no final da década de 1980 e nos últimos cinco anos tem feito um verdadeiro arrastão pelo país. O Ministério da Saúde já o considera problema de saúde pública. De acordo com dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), quase 200 mil brasileiros estão viciados. A maioria deles começou a consumir “a pedra”, como é chamado o crack, entre os 13 e 26 anos.  
Se o quadro já parece alarmante, as imagens e histórias de quem é dependente só reforçam a dramaticidade da situação. Érica, que desde os 16 mora nas ruas do centro de São Paulo, hoje, tem 28 anos, seis passagens pela polícia por furto, hematomas pelo corpo todo e uma cortante solidão, “Minha mãe e irmã morreram”, conta. “Não tenho amigos, nem sequer uma pessoa em que possa confiar”, diz, deixando as lágrimas escorrerem pelo rosto.
Farrapos humanos como Érica perderam completamente a esperança em determinado momento da vida. Mas enquanto aguarda para tomar banho nas dependências de uma instituição mantida por evangélicos, ela tem ao menos algum alento. “Deus nos faz nova criatura”, brada o pastor Humberto Machado para um público de mais ou menos 50 pessoas, entre dependentes químicos, homossexuais, sem-teto e também obreiros, em sua maioria ex-viciados. O culto é o primeiro dos três que acontecem diariamente na igreja, que oferece também alimentação, banho e roupas, e foi montada em um salão da Rua Barão de Piracicaba, um dos braços da Cracolândia. “Começamos esse projeto na Primeira Igreja Batista, mas Deus colocou em nosso coração que era preciso estar mais perto para transformar essa realidade” conta Ricardo, o obreiro responsável pelo espaço. Ele deixou as drogas em 2008, e a fé teve papel fundamental em sua recuperação. “Eu quero que as pessoas tenham acesso a essa liberdade e paz que eu sinto hoje”, diz.
A CRISTOLÂNDIA
A Cristolândia, como é chamado o projeto, em um mês de funcionamento enviou 30 pessoas para casas de reabilitação. O número parece pequeno perto do tamanho do problema, mas, só para se ter uma idéia, a Prefeitura de São Paulo, após mais de oito meses de atuação intensiva na região – com a Ação Integrada Centro Legal –, conseguiu encaminhar apenas 190 pessoas para internação. “Não adianta colocar agente de saúde, polícia ou assistente social, gente que só está aqui para cumprir protocolo. É preciso envolvimento”, afirma a missionária Nildes Nery, que há cinco anos saiu de Salvador (BA) com marido e duas filhas para morar e resgatar vidas na Cracolândia, através do Projeto Retorno. Distribuindo lanches duas noites por semana e oferecendo, além de auxílios básicos, carinho, a pastora do Ministério Quadrangular conquistou o afeto e confiança dos moradores de rua, prostitutas e viciados da região. “Não há nenhuma novidade no que faço”, minimiza. “Só sigo aquilo que Jesus mandou. O mais importante dessa obra sempre será o amor”, frisa.
Pioneira na região, a Comunidade Evangélica Nova Aurora (Missão Cena) compartilha o amor de Deus com os excluídos desde 1987. Tudo começou em uma borracharia da Rua Aurora, conhecida zona de prostituição do centro capital paulista, onde o pastor Nivaldo Nassif fazia cultos às sextas-feiras. “Era a chamada Noite de Paz’” conta o missionário João Antonio, o Jota. Com a chegada de voluntários americanos, suíços e alemães, o projeto foi crescendo e ganhando novas áreas de atuação, junto a crianças e adolescentes em situação de risco e prostitutas. E, em 1991, a missão foi fundada oficialmente, contando com uma sede na Avenida General Osório, a conhecida Casa Amarela, e um terreno em Juquitiba, onde funciona o centro de reabilitação Fazenda Nova Aurora.
PREVENÇÃO
Na Casa Amarela, prostitutas, travestis, meninos de rua e viciados recebem atendimento médico e odontológico, assistência jurídica, comida, banho e roupa. E também ouvem a palavra transformadora do Evangelho. Os dependentes químicos têm a oportunidade de serem encaminhados para atendimento especializado e, se assim desejarem, receber a Cristo como Senhor e Salvador. À noite, os missionários saem pelas ruas para conversar com os usuários de crack e lembrar-lhes que é possível mudar. “É preciso cuidar daqueles que já caíram no vício, mas também de quem corre o risco de entrar nessa. Por isso, na Casa, temos atividades com jovens e crianças que moram nos prédios da região”, diz Jota.
EVITAR O RETORNO AO VÍCIO
Essas iniciativas mostram que, se há muitas pedras no caminho, há  também cada vez mais mãos dispostas a removê-las e a cuidar das feridas de quem foi machucado pela vida. “Primeiro, precisamos oferecer esperança, para depois construir o conceito de fé”, defende o pastor Junior Souza, da Vineyard, igreja focada em missões urbanas. E é preciso admitir que o processo de libertação nem sempre é rápido ou sem recaídas. “E isso muitas vezes acontece porque a igreja e as famílias não estão preparadas para receber essas pessoas, mesmo quando já não consomem drogas”, diz Ricardo. Uma estatística impressiona: segundo levantamentos das entidades cristãs que atuam com este segmento, cerca de 70% das vítimas do crack já frequentaram ou ao menos tiveram algum envolvimento com igrejas evangélicas.
Benedito, homem na casa dos 30 anos, de estatura média e extremamente amável, sentiu isso na pele. “Fui internado três vezes. Numa delas, fui batizado e arrumei um emprego. Mas, quando saí da casa de reabilitação, não tinha ninguém realmente ao meu lado, toda a minha história estava vinculada à droga”, relata. “Acabei usando o meu primeiro salário, de R$ 700, para ficar durante meses na Cracolândia”. Na quarta internação, parou para pensar no que havia ganho durante os sete anos em que viveu de maneira praticamente exclusiva para o vício. “Percebi que só perdi emprego, família e dignidade”, conta, com a voz embargada. “Com a ajuda dos irmãos e com força de vontade, decidi que não iria mais cair nessa armadilha do diabo. Hoje posso passar no meio das pessoas consumindo crack sem me entregar à vontade de usar. Deus trabalhou no meu espírito, o que supera qualquer desejo físico.”
AS SEQUELAS PELO USO DE DROGAS
Não é fácil ignorar as sequelas da droga no corpo, mesmo quando ela não está mais presente na vida do ex-viciado. “Dizem que o efeito do crack é como o de oito orgasmos em, no máximo, doze segundos” conta Ricardo, que atua na Missão Cena. Isso pode e é biologicamente explicado porque o conjunto de substâncias contidas na pedra atua com a dopamina, neurotransmissor químico responsável pelas respostas do corpo ao prazer. Com isso, ao usar a droga, o viciado fica mais agitado e, consequentemente, libera mais adrenalina, o que, em alguns, casos pode se fatal, levando a um infarto. Como o prazer e agitação são extremamente efêmeros e passageiros, em poucos segundos o usuário está desanimado, depressivo e com náusea, o que desperta a “fissura”, ou seja, a busca incessante pela próxima dose.
O RELACIONAMENTO COM OS VICIADOS
Apesar das consequências nocivas ao corpo, a questão principal não é essa. “A maioria das pessoas que usam drogas, sejam lícitas ou ilícitas, não tem problemas de saúde e nem precisam ser tratadas por conta disso”, diz o médico Raul Gorayeb, ex-coordenador do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do Centro de São Paulo. Gorayeb foi afastado do cargo em fevereiro deste ano por discordar dos métodos do órgão oficial. “Para cuidar dessas pessoas, nós não temos que internar, mas sim ganhar a confiança delas, levar para um abrigo e verificar a existência de vínculos familiares”, explica.
É nessa lacuna que os obreiros evangélicos atuam: “Ganhamos muito respeito por parte dos órgãos públicos que trabalham na região, porque nos relacionamos com os usuários e não apenas os atendemos ou abordamos, como se diz”, aponta a pastora Neldecy. Em todas as missões, a base da atuação é o diálogo e a aproximação com os dependentes, que, depois de pouco tempo, reconhecem nos missionários pessoas em que podem confiar. “A igreja, muitas vezes, tem que fazer o papel da família, cuidar das ovelhas”, defende Ricardo, da Cristolândia. E em uma coisa todos concordam: é preciso de fato ver essas pessoas, e não simplesmente encará-las como parte de um cenário triste.

Fonte:
Revista Cristianismo Hoje
Para saber mais sobre o trabalho evangélico na Cracolândia, você pode entrar no site da Missão Cena (www.missaocena.com.br), acompanhar o twitter do projeto Retorno (@projetoretorno) ou ligar para lá (11/3371-1264) e visitar a Cristolândia (Alameda Barão de Piracicaba, 509, Luz; aberta todos os dias das 9h às 21h). Há campanhas muito interessantes contra o crack encabeçadas pela Secretária da Saúde
SITES CONSULTADOS:
(
www.nuncaexperimenteocrack.com.br